Uma geração perdida

Em Portugal, os jovens, especialmente os Millennials, é intitulada, a geração mais qualificada de sempre, apesar de ter estudado mais que os seus pais, não está a encontrar uma melhor qualidade de vida. Para muitos a única solução foi/é emigrar, para os que ficam, a precariedade é a ordem do dia ou são trabalhos muito mal pagos. São também vítimas do problema da falta de habitação, adiam ano após ano a constituição de uma família. Provocando um enorme problema de natalidade no país, para contrariar isso, o governo está a atrair estrangeiros para trabalhar em Portugal.

Os Millennials é uma geração martirizada, que já acumula inúmeras crises devastadoras, desde dos PEC do Sócrates, do Subprime, da dívida soberana, da banca, da covid, da inflação, o pior é que não vai ficar por aqui.

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Efeitos colaterais

A moeda é essencial para a economia, como meio de troca, sem ela, era muito mais complexo fazer a troca de bens, é como o coração para os seres vivos, que faz o sangue circular por todo o corpo.

Se existe insuficiência cardíaca, alguma parte do corpo vai ter problemas, vai faltar o oxigénio em algum órgão ou membro. Assim para não existir problemas o coração tem que funcionar como um relógio Suíço, sempre ao mesmo ritmo do nosso corpo. 

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Ter ou não Ter Razão

Ontem e hoje estou com uma sensação muito estranha, muito ambígua, nem sei como descrever.

Na última semana dois bancos nos EUA colapsaram, isto pode ser o início de uma enorme crise, uma crise sem precedentes. Há anos que eu falo de uma enorme crise na banca e respectivamente na política monetária. Eu sempre falei disso e muita gente não acredita em mim e outros até consideram-me chalupa, eu sei disso…

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Ethereum e afins

Eu já escrevi este artigo (parte significativa) há um mês, já o li e reli uma dezena de vezes, terminando sempre com a mesma dúvida: Publico ou não?

A ideia é tão díspar da realidade, existe uma forte probabilidade de não acontecer. A sensação ao ler isto é semelhante (na devida proporção) quando eu li o livro 1984, há mais ou menos 20 anos, a distopia era demasiado má. O mais curioso, passado 20 anos, a distopia do livro está cada vez mais real.

Eu prefiro errar redondamente ao publicar isto, do que me autocensurar.

Quando eu digo que reli uma dezena de vezes não significa que não acredite nisto, esta é a minha convicção. Qualquer coisa que eu escrevo é obrigatório reler várias vezes devido à minha forte dislexia. E cada vez que leio encontro novos erros, especialmente falta de palavras. É algo inexplicável a quantidade de palavras que eu “como” ao escrever. Depois eu consigo ler o texto e não encontro as falhas, por vezes “leio” as palavras como lá estivesse mas não estão. Eu reli umas 10 vezes e de certeza ainda tem erros. A minha escrita (tanto à mão, como no pc) não consegue acompanhar a velocidade do pensamento, existe uma enorme descoordenação entre os dois.

Este artigo é apenas a minha opinião, isto não é um aconselhamento de investimento, é apenas a minha ideia, a minha convicção, pelo qual eu me guio. Depois do disclaimer, vamos ao artigo…

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