Multi(assaltos)banco

Parece que a grande moda do momento é assaltar as caixas de multibanco, nas últimas 48h parece que foram roubadas 4 caixas. mas o mais engraçado (mas não tem graça nenhuma) é criam situações ainda mais insólitas com isto tudo.

Penso que vi na SIC, uma das caixa assaltadas estava nos loja da Moviflor, e uma senhora que é responsável estava muito feliz, até elogiava os assaltantes, porque os assaltantes foram inteligente, assaltaram a caixa no dia em que estava cheia de dinheiro. Mas a senhora ainda teve uma saida mais inteligente, dizendo que todas as caixas daquele grupo eram cheia à segundo-feira. Isto só pode ser mesmo um conviste para os assaltantes irem “visitar” outras lojas…

Outra coisa insólita que aconteceu foi, que as imagens de video-vigilância de um assalto foram vendidas em exclusividade para a SIC, isto é inacreditável, estarem a fazer dinheiro com as imagens de assalto, e ainda por cima foi apenas 30 segundo. fica aqui o video.

Ex-burocrata

Depois de uma semana em paz e plena harmonia pelo sul, quando volto vejo que na Wikipédia lusófona houve uma enorme peixarada por causo do check ao Rui Resende, e resultou com a renuncia da Susana de todos os seus estatutos. este caso foi a gota-de-àgua, copo à muito tempo que estava cheio, cada vez mais cheio até que transbordou, foi inevitável.

No dia 11 de Setembro pedi no meta para retirarem-me o estatuto de Checkuser e de burocrata, já estava muito cansado, com a renuncia vou ter mais tempo para editar, vou poder evitar a leitura sas discussões, vou finalmente voltar a ter a liberdade para editar.

Em agosto eu já tinha pensado em renunciar, mas depois de uma conversa com a PatríciaR, acabei por recuar, mas desta foi…

semáforos ou não semáforos, eis a questão

Ao ver este vídeo, chego à conclusão, que uma boas parte dos acidente em Portugal é culpa dos semáforos 🙂 , reparem com os indianos resolvem a situação sem semáforo e sem aqueles cogumelos que nascem por todos o país, que lhe deram o nome de rotundas. O ritmo dos condutores é alucinante, só param mesmo quando vem um autocarro, e o que o vídeo demonstra, ele devam conduzir com um mão no volante e outra a buzina.

Fantasmas

Foto de Eric Pouhier

Aquele era o tempo
Em que as mãos se fechavam
E nas noites brilhantes as palavras voavam,
E eu via que o céu me nascia dos dedos
Ea Ursa Maior eram ferros acessos.

Marinheiros perdidos em portos distantes
Em bares escondidos, em sonhos gigantes.
E a cidade vazia, da cor do asfalto,
E alguém me pedia que cantasse mais alto

Quem me leva os meus fantasmas
Quem me salva desta espada,
Quem me diz onde é a estrada?

Quem me leva os meus fantasmas
Quem me leva os meus fantasmas
Quem me salva desta espada,
Quem me diz onde é a estrada?

Aquele era o tempo
Em que as sombras se abriam, em que os homens negavam
O que outros erguiam.
E eu bebia da vida em goles pequenos,
Tropeçava no riso, abraçava venenos.

De costas voltadas não se vê o futuro
Nem o rumo da bala, nem a falha no muro.
E alguém me gritava, com voz de profeta.
Que o caminho se faz, entre o alvo e a seta.

Quem me leva os meus fantasmas
Quem me salva desta espada,
Quem me diz onde é a estrada?

Quem me leva os meus fantasmas
Quem me leva os meus fantasmas
Quem me salva desta espada,
Quem me diz onde é a estrada?

De que serve ter o mapa
Se o fim está traçado,
De que serve a terra à vista
Se o barco está parado,
De que serve ter a chave
Se a porta está aberta,
De que servem as palavras
Se a casa está deserta?

Quem me leva os meus fantasmas
Quem me salva desta espada,
Quem me diz onde é a estrada?

Quem me leva os meus fantasmas
Quem me leva os meus fantasmas
Quem me salva desta espada,
Quem me diz onde é a estrada?

Música de Pedro Abrunhosa.