Playboy

Saldos sim, mas não na revista Playboy. Jessica, irmã de Ruth Marlene, a dupla que ilustra a edição deste mês da publicação, garante que não posaram sem roupa por menos dinheiro do que aquele que vinha sendo oferecido às anteriores fotografadas. “É humilhante dizerem que me despi por 800 euros”, reage em declarações ao DN, contrariando uma notícia do Correio da Manhã. “É absurdo. É um nu, não é posar em lingerie”, acrescenta.

O valor também é considerado baixo por Rita Mendes, ex-apresentadora de televisão e uma das capas de Verão. “Não estamos a falar de cachês milionários, como no Brasil ou nos Estados Unidos, mas também não me despiria por tão pouco”. Nem 800 euros nem os 50 mil comentados quando a revista saiu para as bancas em Março (a modelo Mónica Sofia era a capa e detém o recorde de vendas – 92 mil exemplares). Rita Mendes fala de um outro pagamento: em visibilidade. “A Playboy dá visibilidade pública.”

Rita Mendes recusa divulgar os valores do negócio. “Assinamos um acordo de confidencialidade”, diz. O mesmo garante Cláudia Jacques, uma das mais polémicas capas da Playboy nacionais.

A relações públicas posou nua aos 43 anos e queixou-se recentemente de não ter recebido a segunda parte do pagamento que teria acordado com a Playboy. Resguarda-se de comentários que a possam prejudicar durante o processo que a opõe à editora da revista, Frestacom. Apenas: “Recebi uma parte, falta outra. O caso segue em tribunal.”

Fora de Portugal a confidencialidade também é regra. Mas Adriane Galisteu, namorada de Ayrton Senna na altura da sua morte, é aceite como a mais bem paga de sempre: cerca de 400 mil euros. Um valor longe dos 25 mil euros apontados como o valor médio pago por cá. E dos 200 mil que terão recebido as actrizes da Globo Juliana Paes e Grazi Massafera, também entre as mais bem pagas.

Há também uma colecção de nãos a registar. No Brasil: a actriz Adriana Birollito, da novela Viver a Vida(SIC). Nos EUA: Jennifer Aniston, Paris Hilton e Marilyn Monroe). Em Portugal: Carla Matadinho. “Disse-lhes que nem por um milhão aceitava”, diz a modelo.

Segundo a APCT, a Playboy portuguesa vendeu uma média de 75 075 exemplares entre Março e Outubro deste ano.

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